Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Exposição

 Então não é que a nossa exposição foi um sucesso?

 

 O grupo conseguiu superar as suas expectativas e, exceptuando talvez o caso de um ou outro tomate não se esborrachar quando era deixado cair no chão, de umas turmas mais barulhentas a visitar a exposição e de ... os rebuçados terem desaparecido todos logo no primeiro dia graças a alguns gulosos, a exposição foi practicamente perfeita.

 

 Por agora é tudo. Por isso não perca o próximo episódio. Porque nós, também não!

 

 A quem não foi, não sabem o que perderam.

publicado por Pensar Ciência às 22:01
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Domingo, 25 de Maio de 2008

Convite

  Pois é, como o tempo passa rápido.

 

  Ainda ontem estavamos a entrarmos nesta aventura e agora já estamos a menos de uma semana da apresentação final do trabalho à comunidade escolar.

 

 Estão todos convidados a assistir. A exposição realizar-se-à no ISCE - Colégio de Guimarães nos dias 28, 29 e 30 de Maio entre as 13:50 e as 16:10.

 

 Vem visitar-nos e prometemos que não te arrependerás.

publicado por Pensar Ciência às 23:13
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Sábado, 24 de Maio de 2008

Vêm aí os nanitos, micro-robôs milimétricos capazes de agir

 

  Pesquisadores estão agora mais próximos do que nunca da produção de nanitos, robôs que medem apenas alguns milímetros e que podem realmente imitar o comportamento de insetos, como formigas.

      Nanitos

  Esse avanço terá implicações de grande alcance: os cientistas vislumbram que um dia esses robôs poderão ser lançados aos milhares para monitorar e sensoriar o meio ambiente, inspecionar equipamentos ou mesmo executar procedimentos médicos no interior do corpo humano.

  Desenvolver robôs que trabalham em conjunto não é uma idéia nova, e robôs assim com dimensões de apenas alguns centímetros já estão sendo construídos. O projeto de pesquisas europeu batizado de I-SWARM, entretanto, utiliza tecnologia de fabricação de chips para a construção de robôs milimétricos, também conhecidos como nanitos.

      Inteligência pré-racional

  O projeto representa um salto gigantesco para a pesquisa em robótica ao reunir especialistas em micro-robótica, sistemas distribuídos e adaptativos e sistemas biológicos coletivos auto-organizáveis. O grupo, formado por cientistas de 10 institutos de pesquisas europeus, é coordenado pelos professores Heinz Worn e Jorg Seyfried, da Universidade de Karlsruhe, na Alemanha.

  Os avanços tecnológicos alcançados pelo projeto irão facilitar a produção em massa de micro-robôs. Consistindo de até 1.000 robôs clientes equipados com inteligência pré-racional limitada, eles podem ser utilizados como um enxame real capaz de executar uma grande variedade de tarefas, incluindo a micro- montagem e tarefas médicas, biológicas ou de limpeza.

  Cada enxame será composto por vários robôs heterogêneos, que diferem entre si no tipo de sensores, manipuladores e poder computacional, a fim de melhor equipar o grupo para o desempenho de suas tarefas.

      Colónias de micro-robôs

  Esses enxames de micro-robôs irão operar de maneira similar à que é vista em sistemas ecológicos, como formigueiros, colméias e outros colônias de insetos. Há muitos benefícios em se imitar a capacidade de agrupamento dos insetos, mas a vantagem primordial está no fato de que os enxames serão capazes de desempenhar tarefas que não podem ser feitas por um único robô ou mesmo por um pequeno grupo deles.

  Colônias de micro-robôs resultarão em grande flexibilidade e adaptabilidade do sistema a vários ambientes e maior resistência a falhas. Além disso, seu comportamento coletivo abre novos campos de aplicação, que não podem ser resolvidos com as ferramentas disponíveis atualmente.

      Sensores

  Com um sistema de posicionamento adequado, possivelmente baseado no que é utilizado pelos insetos, incorporando sensores tácteis e um pequeno mas efetivo sistema de visão, os agentes individuais serão capazes de comunicar-se uns com os outros e então permitir e induzir o desejado efeito de colônia.

  Os pesquisadores acreditam que eventualmente os robôs I-Swarm poderão ser produzidos em massa com uma técnica similar à que está sendo utilizada para a fabricação de circuitos eletrônicos plásticos flexíveis.

publicado por Pensar Ciência às 15:36
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Ausência

  Pois é pessoal, temos andado um pouco ausentes por causa das férias e da grande quantidade de trabalho que temos de realizar para a escola, disciplina de Área Projecto incluída.

 

 Em breve iremos disponibilizar mais algumas informações acerca da sociedade moderna e da nossa exposição que se irá realizar em breve.

publicado por Pensar Ciência às 18:56
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Robótica 2008



  O Festival Nacional de Robótica, que teve a sua 1ª edição em 2001, tem como objectivo a promoção da Ciência e da Tecnologia junto dos jovens dos ensinos básico, secundário e superior, bem como do público em geral, através de competições de robôs. O Festival, que decorre todos os anos numa cidade distinta, inclui ainda um Encontro Científico onde investigadores nacionais e estrangeiros da área da Robótica se reúnem para apresentar os mais recentes resultados da sua actividade. Este evento tem tido desde o seu início um enorme crescimento, quer em número de equipas e participantes, quer em termos de público. O Festival Nacional de Robótica é, actualmente, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Robótica.


  A 8ª edição do Festival Nacional de Robótica terá lugar na Universidade de Aveiro, de 2 a 6 de Abril de 2008, e será co-organizada pelos Departamentos de Electrónica Telecomunicações e Informática e de Engenharia Mecânica e pelo Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática de Aveiro. Conta ainda com o apoio da Fábrica de Ciência Viva de Aveiro.  Inclui várias ligas de competição, nomeadamente, a prova de Condução Autónoma (prova realizada desde a fundação deste evento), e as provas que seguem as regras oficiais do RoboCup: liga de futebol de robôs médios, ligas de futebol júnior, busca e salvamento júnior e dança. Integrado neste Festival, decorrerá também a 13ª edição do Concurso Micro-Rato.


  Ao organizar este evento em Portugal, pretende-se não apenas motivar os alunos das escolas que participam na competição para uma área tecnologicamente avançada e altamente multidisciplinar,  mas também dar um contributo positivo para o desenvolvimento da investigação em Robótica e Automação e uma maior divulgação da Ciência e Tecnologia no país.


  Para saber mais consulte o website da Universidade de Aveiro dedicado a esta iniciativa.

publicado por Pensar Ciência às 22:35
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008

Robôs que andam e se parecem com ... homens!

 



  A robótica tem muito a ver com o velho sonho de construir um escravo ideal, obediente, bem comportado, que faria as nossas tarefas chatas e nos deixaria livres para as mais divertidas.


Steam Man por Georges Moore em 1893

 

  Não admira por isso que grandes pensadores da nossa história comum se tenham dedicado a desenhar e projectar mecanismos que emulassem alguma das potencialidades humanas. Nos últimos tempos tem-se assistido ao desenvolvimento de robôs capazes de andar e aspecto humano, existindo mesmo conferências internacionais dedicadas ao assunto patrocinadas por instituições como o IEEE e o IFR.


WAP-1 (1969) e WABOT (1973) , Ichiro Kato, Japão

  Sucessos recentes, como o P3 da Honda e outros, introduziram alguma excitação ou sedução porque finalmente se torna evidente que é possível ter um C3PO dentro de alguns anos.


Uma visão do futuro próximo??

 

Para os interessados aqui ficam alguns links de interesse:


European Conference on Artificial Life

http://diwww.epfl.ch/lami/ecal99/

 


Robocup


http://www.robocup.org/games/2000melbourne/3143.html

Honda Humanoid Robot

http://world.honda.com/robot/

 

Virtual Humans and Humanoid Robots

http://www.cc.gatech.edu/fac/Chris.Atkeson/virtual-humans.html

http://www.gslis.utexas.edu/~palmquis/courses/project98/robotics/

 

Humanoid Vision

http://www.cs.cmu.edu/~honda/

 


Roboparty


http://www.roboparty.uminho.pt/


SAR


http://www.sarobotica.pt/

publicado por Pensar Ciência às 18:11
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Robótica no Golf



  A Universidade do Minho construiu no seu Campusde Guimarães um driving range, local onde se pratica a tacada inicial do jogo de golfe. Este espaço, apresentado a 27 de Outubro, possui uma área de 220 m x 60 m para essa prática, e ainda um green com alguns buracos.

  Um dos problemas num driving range consiste na recolha das bolas de golfe, as quais são atiradas para uma vasta área em quantidades assinaláveis,obrigando a um grande stock de bolas e a uma tarefa sempre árduas da sua recolha.

  Assim, o Grupo de Automação e Robótica do Departamento de Electrónica Industrial da Escola de Engenharia da Universidade do Minho em Guimarães, em colaboração com a SAR – Soluções de Automação e Robótica,Lda. construiu um robot móvel quede uma forma autónoma recolhe essas bolas.

  Consiste num veículo que contém um conjunto de sensores para percepção do ambiente que o rodeia, recorre às câmaras de vigilância desse espaço para saber onde se encontram as bolas, e possui ainda uma câmara para corrigir o seu percurso.

  Tem atrelado um outro dispositivo que faz a recolha das bolas. Quando o depósito de
bolas está cheio o robot volta para a sua estação e larga as bolas que pelo efeito da gravidade entram no sistema de lavagem e posteriormente na respectiva máquina.

  Quando as baterias do robot atingem determinada carga mínima, o robot vai para a sua estação de carga de uma forma autónoma para aí se carregar e voltar à sua actividade.

in http://www.robotica.dei.uminho.pt/golf
publicado por Pensar Ciência às 17:16
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A Robótica em Portugal

  Se levarmos em conta o número de habitantes, Portugal tem uma
actividade considerável na área da Robótica, quando comparado com
outros países de todo o mundo que são fortes nesta área. Diversos grupos
de várias universidades e pequenas companhias (na maioria dos casos
micro-empresas) levam a cabo I&D em Robótica Industrial e de Serviços,
participam activamente em projectos financiados pela Comunidade
Europeia, ESA, ITER (apenas para destacar algumas instituições) e agências
nacionais. Artigos científicos são publicados regularmente nas principais
revistas e conferências internacionais da especialidade. Algumas dessas
conferências têm mesmo sido levadas a cabo em Portugal em anos
recentes, como foi o caso da IEEE ICAR 2003, da reunião anual da rede
europeia EURON em 2003, do IFAC IAV 2004 e do RoboCup2004, apenas
para destacar os de maior dimensão, estando já previstos outros
acontecimentos de grande relevo para os próximos anos, nomeadamente a
prestigiada IEEE/RSJ IROS 2012.

  Esta actividade intensa tem motivado um trabalho significativo de
promoção da Robótica junto dos cidadãos, em particular dos mais jovens.
Portugal, a exemplo de outros países europeus, sofre da falta de atracção
dos jovens, nomeadamente dos estudantes do ensino básico e secundário,
pela C&T. Embora a oferta de empregos seja elevada nestas áreas, os
estudantes consideram os assuntos nelas ensinados como aborrecidos e
demasiado difíceis, demonstrando com frequência um grande
desconhecimento daquilo que é ensinado em cursos como os relacionados
com Engenharia Electrotécnica e de Computadores. A Robótica é o veículo
ideal para alterar essa attitude, devido à natureza multi-disciplinar do
trabalho envolvido, para já não mencionar o fascínio causado pela ideia de
construir máquinas inteligentes, alimentado pela cultura de massas
difundida através de filmes, banda desenhada, romances de ficção
científica e documentários diversos.

  Os primeiros passos na apresentação da Robótica aos alunos dos ensinos
básico e secundário como uma forma atraente e interactiva de aprender,
entre outros, mecânica, electrónica, programação, física e matemática,
foram iniciados em 1997, quando alguns projectos em torno da Robótica
foram aprovados pelo 1º programa Ciência Viva. Nos anos que se seguiram,
o número de projectos Ciência Viva motivados pela Robótica cresceram
exponencialmente, tornando a area uma das mais representadas nos
programas anuais, logo após a Matemática, Física, Biologia, Geologia e
Astronomia – os mais concorridos. Em simultâneo, várias escolas iniciaram
os seus próprios Clubes de Robótica, onde os alunos concebem e constroem
(de raíz ou a partir de kits) robots. Em alguns casos, a Robótica tornou-se
mesmo parte do currículo de algumas disciplinas, como a Electrónica
Analógica, a Electrónica Digital, a Programação, ou a Física.

  Provavelmente a maior explosão de interesse pela Robótica de escolas
nacionais ocorreu devido à organização de Festivais de Robótica, onde, a
par da apresentação dos mais recentes resultados técnico-científicos de
grupos universitários nacionais em encontros tradicionais, são organizadas
competições de robots que envolvem também alunos do 5º ao 12º anos de
escolaridade. O pioneiro destes festivais foi o “Micro-
Rato” (http://microrato.ua.pt/), organizado desde 1996 pela Universidade
de Aveiro. O Festival Nacional de Robótica (http://www.spr.ua.pt/fnr) teve o seu
início em 2001, por iniciativa de alguns dos grupos universitários
portugueses mais activos em Robótica. Partindo de um número inicial de
cerca de 80 participantes em 2001, o evento cresceu cerca de uma ordem
de grandeza para mais de 800 participantes em 2007, aproximadamente
700 dos quais são provenientes do ensino não superior. O evento inclui uma
conferência científica, cuja 7ª edição (ROBÓTICA 2007, que teve lugar em
Paderne - http://www.ccvalg.pt/robotica2007/) foi apoiada pela
Sociedade de Robótica e Automação do IEEE, que tem aliás um Chapter em
Portugal desde há quase 2 anos. As competições incluem uma prova de
Condução Autónoma originalmente concebida para o FNR, e diversas ligas
sénior e júnior do RoboCup (http://www.robocup.org), funcionando estas
últimas como evento oficial de qualificação das equipas portuguesas para o
RoboCupJunior. A próxima edição está prevista para 2-6 de Abril de 2008,
em Aveiro (http://robotica.ua.pt/robotica2008/).

  A RoboCup2004 (http://www.robocup2004.pt/) teve lugar em Liboa, de 27
de Junho a 5 de Julho, contando com a participação de mais de 1600
participantes de 37 países, tendo sido um sucesso tremendo entre a
comunidade robótica nacional. Portugal costuma estar entre os 5 países
mais representados naquele que é provavelmente o maior encontro
científico internacional de Robótica e Inteligência Artificial, mas nesse ano
foi o país mais representado, em particular devido a uma vasta
participação de equipas júniores, provenientes de escolas básicas e
secundárias. Estas, bem como muitas das equipas séniores, têm sido, ao
longo dos anos, distinguidas com diversos prémios (incluindo os 3 primeiros
lugares) nas várias ligas da componente competitiva, e no RoboCup
Symposium, a componente mais tradicional de apresentação de artigos.

  Novos desafios se levantam agora à Robótica portuguesa. A Sociedade
Portuguesa de Robótica acaba de nascer no ano passado, reunindo a
maioria dos actores principais (académicos e do mundo empresarial) na
área em Portugal, e tendo como objectivos principais a promoção da C&T
junto dos cidadãos através da Robótica, uma ainda maior projecção
internacional da actividade científica nacional em Robótica e um maior
intercâmbio entre empresas e grupos de investigação nesta área. De facto,
estamos a testemunhar o nascimento de um nicho tecnológico de
relevância para o país, que poderá, se apoiado e incentivado por agências
de financiamento e empresas, representar para Portugal, por exemplo, o
que as comunicações móveis representaram para a Finlândia. Para isso é
necessário o empenho de Universidades, Institutos Politécnicos e empresas
das mais diversas dimensões - mas não basta colaborar por colaborar. A
colaboração só vale a pena se for efectuada em igualdade de circunstâncias
e entre parceiros igualmente voltados para a inovação e a modernidade -
do lado da Universidade por académicos que fazem da investigação e
presença nas melhores revistas e conferências da especialidade uma
constante exigência ao seu trabalho, e do lado das Empresas por empresários
que buscam permanentemente projectos arrojados, de lucro pouco fácil no
presente, mas valendo o risco pelas perspectivas de futuro.

in SPRobótica
publicado por Pensar Ciência às 17:13
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Terça-feira, 4 de Março de 2008

Robot capaz de limpar a cozinha





  Algumas tarefas são especialmente difíceis para os robots. Limpar a cozinha é uma delas. A elaboração de um robot capaz de manipular os mais variados objectos, com texturas diversas, colocados em posições sem qualquer padronização, lidar com água e sabão é um desafio que a maioria dos engenheiros diria que estamos longe de alcançar.


  Mas não para os engenheiros da Readybot, que acaba de apresentar um modelo capaz de realizar tudo isto. Por enquanto, o autómato ainda se encontra na sua fase Beta, isto é, a fase de testes, mas já foi exposto para apresentações em inúmeras feiras de demonstrações de robótica.


  "Achamos que as pessoas anseiam por um robot que saiba limpar a cozinha" resumo Tom Benson, o responsável pela coordenação e desenvolvimento deste autómato que tem o mesmo nome da empresa que o concebeu, Readybot.


  O objectivo destes projectistas está bem delineado comercialmente: querem a produção e desenvolvimento de um robot capaz de desempenhar pelo menos 80% das tarefas consideradas comuns na limpeza de uma cozinha sem que para isso seja necessário utilizar "recursos tecnológicos excessivos", que poderiam inviabilizar a sua comercialização e número de vendas.


  Em suma, a ideia passa pela construção de um robot que não será concorrente a um novo Justin (robot especializado na manipulação de objectos), mas que possua uma destreza moderada, ainda que eventualmente algumas tarefas tenham de sofrer algumas modificações para que o robot as consiga executar.



publicado por Pensar Ciência às 17:25
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

Acerca de Mendel


 

 

  As leis de Mendel foram definidas com base em estudos com ervilhas entre 1856 e 1865. O seu trabalho tinha sido ignorado toda a sua vida. Contudo, a descoberta de leis da hereditariedade, transformaram a biologia e traçaram as bases da genética.

Ao longo de sete anos, entre 1856 a 1863, Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas. Fez experiências entre plantas altas e plantas pequenas, com ervilhas amarelas e ervilhas verdes, entre outros. Com surpresa verificou que as características não se atenuavam, mas se mantêm distintas: o rebento híbrido de uma planta alta e de uma pequena era sempre alto, não médio.

 

  Mendel deduziu a lógica que suporta estes acontecimentos. Cada planta ou mamífero tem dois "pais", e cada um contribui com características para as gerações seguintes. Na prática, ainda que uma característica desapareça na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira geração. Conclui-se que a segunda geração ainda contenha "informação" para produzir rebentos com determinada característica que aparentemente (morfologicamente) não possui.

 

1ª Lei: Segregação dos factores

 


 

  Os dois factores hereditários (alelos) de uma característica (gene) segregam-se independentemente para os gâmetas, de modo a que metade dos gâmetas possua um dos factores, e a outra metade possua o outro factor da mesma característica.

 

 

2ª Lei: Segregação independente das características

 


    Os factores (alelos) de características (genes) diferentes segregam-se de forma independente durante a formação de gâmetas.

 

 

Excepções às Leis de Mendel

 

Dominância Incompleta: Situações nas quais o fenótipo dos heterozigóticos é intermédio entre os dois homozigóticos, sem ocorrer mistura dos alelos, pois aparecem homozigóticos em F2.


Alelos Múltiplos: Existência de mais de dois alelos num dado gene. Podem surgir alterações num alelo de um indivíduo que, posteriormente, o pode transmitir à sua descendência, provocando o aparecimento de mais de dois alelos para um dado gene numa população. Todavia, cada indivíduo apenas possui dois alelos, herdados dos seus progenitores.


Co-dominância: Nenhum alelo exerce dominância sobre o outro e ambos se expressam fenotipicamente. (ex: sistema sanguíneo ABO).


Alelos letais: Causam a morte pré ou pós-natal, ou então produzem uma deformidade significante. A combinação letal (em homozigotia recessiva) modifica a proporção dos fenótipos dos sobreviventes (2:1).


Ligação factorial: Ocorre quando dois ou mais alelos se encontram presentes no mesmo locus. Esta ligação faz com que, geralmente, as duas caracteristicas passem em bloco, isto é, ao mesmo tempo.

publicado por Pensar Ciência às 11:17
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